quinta-feira, 17 de março de 2011

Uma curiosidade a menos

Curiosidade: s. f. 1.Qualidade do que é curioso.
Vontade de ver, de conhecer: satisfazer sua curiosidade.
2. Desejo de conhecer dos segredos, dos negócios alheios; Gosto, paixão por coisas raras, originais.

Sem dúvida sou uma pessoa curiosa, nem precisava saber a definição para ter certeza. E a curiosidade me levou a uma nova experiência hoje.

Há muito tempo tenho interesse em saber o que a Logosofia. A curiosidade foi motiva por uma placa que indica a sede da Fundação Logosófica de Florianópolis, que fica há anos no mesmo lugar, na subida do morro do Pantanal, um dos caminhos para o campus da UFSC.


Certa vez procurei a definição através do Google, mas não foi o suficiente para saber do que se tratava. Não conhecia ninguém que frequentasse a fundação e pudesse me falar mais a respeito e essa curiosidade ficou guardadinha esperando o momento certo de ser esclarecida.

Há pouco mais de um mês conheci o Leonardo, estudante de medicina da UFSC. Numa das nossas conversas descobri que ele está frequentando reuniões na fundação e que poderia jogar uma luz na minha ignorância. Sabiamente, ao invés de tentar me explicar ele me convidou para uma palestra, aberta ao público, para que eu fosse tirar minhas próprias conclusões.

Saí de casa achando que seria uma reunião com poucas pessoas, em uma sala pequena, onde sentaríamos em um círculo e ouviria falar sobre a ciência em questão Grande engano. Chegamos nas dependências da fundação e vi muita movimentação. Várias pessoas recepcionando os convidados, todos atenciosos e simpáticos. Fomos até o auditório onde seria ministrada a palestra, que ficou lotado. Sou péssima para afirmar a quantidade de pessoas presentes em um espaço, mas acredito que foi algo em torno de 200 lugares ocupados.

A apresentação do evento foi rápida e objetiva, dando logo palavra ao palestrante. Estudioso da Logosofia, o engenheiro Fernando França, que veio de Belo Horizonte, falou por quase 1 hora sobre questões de conhecimento pessoal, responsabilidade individual, constatação das deficiências e processo de evolução consciente.

De uma forma suave e clara me fez entender que a Logosofia não é uma seita, nem uma religião, tampouco uma lavagem cerebral. É uma ciência que estimula comprovações individuais que levam o indivíduo a querer ser um ser humano melhor. Ler isso pode parecer que já fui "contaminada" pela filosofia proposta, mas ouvir a palestra me fez sair de lá pensando exatamente isso.

Uma das frases ditas pelo França foi: "Sou investigador de mim mesmo". Essa para mim foi uma das melhores durante todo o falatório.

Posso afirmar que a experiência foi instigante. Voltei para casa querendo saber mais, talvez não para praticar, mas para saber a respeito. Já que o conhecimento abre portas, tudo que puder aprender é lucro, cada vez mais.

4 comentários:

Margareth disse...

Filha!!!!O alto conhecimento leva-no a coisas melhores,e este ensinamento é bem antigo,Jesus Cristo,já pregava isso.
Bjs.

Mila Freire disse...

olá Ana,
O tema pareceu bastante interessante, será que existe isso aqui em Bogotá?
Nosso autoconhecimento é algo muito valioso e vale a pena irmos em buscar disso.

Leandra disse...

Gostei muito do seu blog. Estou vivendo em Bogotá, há um mês e meio e também tenho um blog. Vou seguir o seu! Abraços

Leandra disse...

O meu blog é www.comboiodelnorte.blogspot.com, está só começando rs